Código da Estrada com novas regras e contraordenações para ciclistas

4 anos ago by in Código da Estrada
Direitos e deveres de ciclistas de acordo com o novo código da estrada

O ‘novo’ Código da Estrada sofreu alterações importantes, neste caso no que diz respeito aos velocípedes (diga-se uso da bicicleta na prática de ciclismo), o novo CE introduz alterações que o aproximam da legislação dos países europeus com melhores índices de segurança rodoviária.

Podem os ciclistas ser multados por passarem vermelhos, excesso de álcool ou velocidade excessiva?

Sim, a regra geral definida no artigo 96 do CE, é que as coimas previstas no Código da Estrada são reduzidas para metade nos seus limites mínimo e máximo quando aplicáveis aos condutores de velocípedes, salvo quando se trate de coimas especificamente fixadas para estes condutores.

Os condutores de velocípedes estão sujeitos a muitas infrações, tal como os automobilistas. São exemplo a velocidade excessiva, excesso de álcool ou o consumo de substâncias psicotrópicas, passar sinais vermelhos, circular nos passeios, entre outros.

De referir ainda que um condutor de um velocípede com um título que o habilite a conduzir um veículo motorizado pode ter esse título apreendido por estar a conduzir sob o efeito de álcool um velocípede.

O conceito de velocidade excessiva, definido no art. 24º, nº 1 do CE, comporta duas realidades distintas: uma vertente absoluta (sempre que exceda os limites legais) e uma vertente relativa, a não adequação à situação concreta, que leva a que condutor não pare no espaço livre e visível à sua frente.

As principais regras, contraordenações e coimas específicas aos condutores de velocípedes – ciclistas

Para começar, saiba que de acordo com a definição do Código da Estrada para velocípede, este “é o veículo com duas ou mais rodas acionado pelo esforço do próprio condutor por meio de pedais ou dispositivos análogos”.

Documentos de que o condutor deve ser portador.: O condutor de velocípede deve ser portador de documento legal de identificação pessoal (BI, cartão do cidadão, passaporte, etc), estando sujeito a coima de 30 a 150 euros na sua ausência. (Art. 85 do CE)

Velocípedes sobem de estatuto com a alteração na regra da prioridade: Velocípedes passam a estar equiparadas a automóveis e motociclos. No caso de não haver sinalização, passa a aplicar-se também às bicicletas a regra geral de cedência de passagem. Ou seja, se um velocípede se apresentar pela direita tem agora prioridade sobre o veículo motorizado. De realçar que os velocípedes, benificiando da regra da prioridade, também têm que a cumprir, sendo o ciclista em infração sancionado com coima que vai dos 60 aos 300 euros. (Art. 32 do CE)

O ciclista que circule em sentido oposto ao estabelecido (em contra-mão), é sancionado com coima que vai dos 125 aos 625 euros. (Art. 13 do CE)

Atenção que realizar acrobacias com a sua bicicleta é proibido!
Ao circular com as mãos fora do guiador, salvo para assinalar qualquer manobra, o condutor de velocípede está sujeito a coima é de 30 a 150 euros. O mesmo se passará se seguir com os pés fora dos pedais ou apoios, fazer-se rebocar ou levantar a roda da frente ou de trás no arranque ou em circulação. (Art. 90 do CE)

Quando o condutor de velocípede pretender mudar de direção ou de via de trânsito, deve assinalar com a necessária antecedência a sua intenção, quem infringir é sancionado com coima de 30 a 150 euros. (Art. 21 do CE)
Sinais de mudança de direção para ciclistas

A utilização de telemóvel pelos ciclistas também é punida. A utilização ou manuseamento continuado, por condutor de velocípede durante a marcha, de telemóvel ou auscultadores sonoros, é sancionada com a coima de 30 a 150 euros. A mesma coima será aplicada ao condutores de velocípedes que façam uso continuado de aparelhos que possam prejudicar a condução, mesmo que este seja não radiotelefónico. Recorde-se com a nova redação do Código da Estrada, só são permitidos os chamados phones de um único auricular para falar ao telemóvel. (Art. 84 do CE)
SOLUÇÃO: um sistema “mãos-livres” (1 único auricular ou alta-voz e microfone)

Os velocípedes podem agora circular nas bermas desde que não ponham em perigo ou perturbem os peões que nelas circulem.
A partir de agora, um velocípede deixa de estar obrigado a circular o mais próximo possível da berma. Tem que transitar pelo lado direito da via, conservando uma distância de segurança para a berma, se não o fizer está sujeito a coima de 30 a 150 euros. (Art. 90 do CE)

As bicicletas passam a poder circular aos pares na via, algo que o anterior Código da Estrada proibia, mas desde que não circulem em paralelo mais que dois velocípedes e tal não cause perigo ou embaraço ao trânsito. Se circularem a par causando embaraço/perigo a multa vai de 30 a 150 euros. Por sua vez, se circularem em paralelo mais do que dois velocípedes, a multa para os ciclistas vai também dos 30 ao 150 euros, por cada infrator. (Art. 90 do CE)

O condutor de velocípede deve regular a velocidade de modo a que, atendendo à presença de outros utilizadores, ao estado da via e às condições meteorológicas ou ambientais, à intensidade do trânsito e a quaisquer outras circunstâncias relevantes, possa, em condições de segurança, fazer-se parar no espaço livre e visível à sua frente, sendo a velocidade excessiva sancionada com coima de 60 a 300 euros. (Art. 24 do CE)

“Desde o anoitecer ao amanhecer e, ainda, durante o dia sempre que existam condições meteorológicas ou ambientais que tornem a visibilidade insuficiente, nomeadamente em caso de nevoeiro, chuva intensa, queda de neve, nuvens de fumo ou pó”, os velocípedes só podem circular com utilização dos dispositivo de iluminação e refletores e, em caso de avaria nas luzes os velocípedes devem ser conduzidos à mão.
[veja na parte final deste documento, os dispositivos de iluminação e refletores obrigatórios]

  • Na falta de algum ou alguns dos dispositivos de iluminação, ou a utilização de dispositivos não previstos no regulamento ou incorreta instalação, o condutor do velocípede está sujeito a coima de 30 a 150 euros. (Art. 59 do CE)
  • Conduzir uma bicicleta que não disponha de algum ou alguns dos refletores, ou utilizando refletores não previstos, ou que não obedeçam às características ou modos de instalação fixadas em regulamento, o condutor do velocípede é sancionado com coima de 15 a 75 euros. (Art. 59 do CE)
  • Em caso de avaria das luzes os velocípedes devem ser conduzidos à mão, acrescentando que a infracção a esta regra implica uma multa de 30 a 150 euros. (Art. 94 do CE)

Somente as crianças até aos 10 anos podem circular de bicicleta nos passeios, desde que não ponham em perigo ou perturbem os peões, sendo neste caso, equiparadas a peões. Os restantes ciclistas, só podem circular nos passeios desde que o acesso aos prédios o exija, salvo as exceções previstas em regulamento local, a infração é sancionada com coima de 30 a 150 euros. (Art. 17 do CE)

Como funciona o atravessamento de passadeiras? Temos duas situações distintas:

  • Nas passagens de peões, a condução de velocípedes por crianças até 10 anos é equiparada a um peão, podendo este realizar o atravessamento sem descer da bicicleta, já os ciclistas com idade superior a 10 anos têm termos do descer da bicicleta e realizar o atravessamento com a condução à mão da referida bicicleta, estando assim equiparados a peões. (Art. 104 do CE)
  • Nas passagens de velocípedes é diferente:
    • Os automobilistas são agora obrigados a dar prioridade às bicicletas nas passagens para velocípedes (sem estes terem que descer da bicicleta), à semelhança do que acontece nas passadeiras para os peões; se não cumprir, o automobilista fica sujeito a uma multa de 120 euros.
    • Mas ressalva-se, está agora estabelecido que os velocípedes não podem atravessar a faixa de rodagem sem previamente se certificarem que, tendo em conta a distância que os separa dos veículos que nela transitam e a respetiva velocidade, o podem fazer sem perigo de acidente, sendo sancionados com coima de 60 a 300 euros em caso de infração. (Art. 32 do CE)

    Os velocípedes só podem transportar o condutor, excepto se a bicicleta estiver concebida, por construção, com assentos para passageiros (até o máximo de dois), e tiver mais pares de pedais que permitam aos outros passageiros pedalar em simultâneo, o incumprimento é sancionado com coima de 60 a 300 euros. (Art. 91 do CE)

    Os velocípedes podem ser equipados com dispositivos especialmente adaptados para o transporte de crianças com idade inferior a 7 anos, utilizando uma cadeira especialmente concebida e homologado para o transporte de uma criança, sendo a infração sancionada com coima de 60 a 300 euros. (Art. 91 do CE)

    O artigo 141 do CE define ainda que o “transporte de passageiros menores ou inimputáveis sem que estes façam uso dos acessórios de segurança obrigatórios” é contraordenação grave, por isso, ao transportar crianças (i.e., menores de idade) esta deve fazer uso de capacete de segurança homologado, apesar do condutor do velocípede não ser obrigado a tal.

    O transporte de carga em velocípede só pode fazer-se em reboque ou caixa de carga, estando os infratores sujeitos a coima de 60 a 300 euros. (Art. 113 do CE)

    As bicicletas poderão agora ser autorizadas a circular nas faixas BUS, dedicadas aos transportes públicos, mediante deliberação da Camara Municipal competente e parecer da ANSR e do IMT. Estes locais deverão possuir sinalização para o efeito. Mas tenha em atenção que se andar de bicicleta nas faixas BUS sem estar autorizado, é sancionado com coima de 60 a 300 euros. (Art. 77 do CE)

    A circulaçáo dentro das rotundas tem novas regras para os ciclistas: Os velocípedes podem ocupar a via de trânsito mais à direita, sem prejuízo do dever de facultar a saída aos condutores que circulem e que pretendam sair da rotunda, sendo o ciclista sancionado com coima de 30 a 150 euros, caso não facilite a saída. (Art. 14-A do CE)

    Para ultrapassar uma bicicleta também há regras novas: O condutor de uma viatura tem que guardar uma distância mínima obrigatória de 1,5 metros para o ciclista. Se não o fizer a multa é de 60 a 300 euros. O automobilista é também obrigado a moderar a velocidade durante a ultrapassagem, estando sujeito a uma multa de 120 a 600 euros se não o fizer.

    De facto, desde há muito que a ultrapassagem implica sempre passar para a faixa contrária para depois retomar a faixa original à frente do veículo ultrapassado (38.º Código da Estrada), pelo que a nova regra de deixar um metro e meio lateral ao ultrapassar ciclistas é apenas uma medida de segurança adicional.

    A nova redação do Código da Estrada, prevê zonas de coexistência, em que os utilizadores vulneráveis podem utilizar toda a largura da via pública e realizar jogos, não sendo permitido o estacionamento nessas zonas.

    Nas pistas destinadas a velocípedes (e pessoas que transitam usando patins, trotinetas ou outros meios de circulação análogos), é proibido o trânsito daqueles que tiverem mais de duas rodas não dispostas em linha ou que atrelem reboque, exceto se o conjunto não exceder a largura de 1 m, quem infringir o disposto é sancionado com coima de 30 a 150 euros.
    Os peões só podem utilizar as pistas especiais quando não existam locais que lhes sejam especialmente destinados, estando sujeitos a coimas de 10 a 50 euros em caso de incumprimento.

    O transporte da bicicleta no seu automóvel tem regras e pode ser sancionado com coima que vai dos 120 a 600 euros, caso desrespeite uma das seguintes obrigações na disposição da carga (Art. 56 do CE):

    • Fique devidamente assegurado o equilíbrio do veículo, parado ou em marcha;
    • Não possa vir a cair sobre a via ou a oscilar por forma que torne perigoso ou incómodo o seu transporte ou provoque a projeção de detritos na via pública;
    • Não reduza a visibilidade do condutor;
    • Não arraste pelo pavimento;
    • Não seja excedida a altura de 4 m a contar do solo;
    • Tratando-se de veículos destinados ao transporte de
      passageiros, aquela não prejudique a correta identificação dos dispositivos de sinalização, de iluminação e da chapa de matrícula e não ultrapasse os contornos envolventes do veículo, salvo em condições excecionais fixadas em regulamento;
    • Tratando-se de veículos destinados ao transporte de mercadorias, aquela se contenha em comprimento e largura nos limites da caixa, salvo em condições excecionais fixadas em regulamento;
    • Sejam utilizadas obrigatoriamente cintas de retenção ou dispositivo análogo para cargas indivisíveis que circulem sobre plataformas abertas.

    FPCUB esclarece alguma desinformação que anda a circular

    A Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), colaborou com a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) na elaboração de um folheto intitulado “Pedalar em segurança”, onde as novas regras de circulação rodoviária são explicadas.

    A FPCUB – Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta, alertou em comunicado que “a discussão sobre esta matéria entrou na ordem do dia, e alguma desinformação bem como opiniões públicas mal direcionadas ou mal interpretadas, têm gerado uma onda pouco saudável de comentários agressivos entre os diversos utilizadores do espaço viário”, referindo ainda que:

    Não podemos deixar de lamentar, que algumas pessoas com responsabilidades e com voz pública, contribuam para esta desinformação. Cabe-nos assim a necessidade de desmontar erros grosseiros, enganos pontuais e opiniões que consideramos desadequadas:

    Não há qualquer obrigatoriedade de seguro de responsabilidade civil, nem motivos que levem a que os mesmos venham a ser obrigatórios.

    O seguro é obrigatório para veículos motorizados, devido ao potencial destrutivo e letal destes. Uma bicicleta tem um potencial destrutivo insignificante – casos em que os danos provocados por uma bicicleta são incomportáveis para o condutor da mesma, serão raros (ou mesmo inexistentes). Tal como o são para os peões.

    Circular a par não é mais perigoso. É sim um modo de proteção de grupo e de aumento de visibilidade.

    Ultrapassar dois ciclistas não é diferente de ultrapassar outro automóvel. Vem permitir que, entre muitas outras situações, pais possam acompanhar filhos lado a lado, por exemplo.

    Só as crianças com menos de 10 anos de idade podem circular nos passeios.

    Esta medida não irá criar situações de perigo, pois as velocidades são sempre baixas e as crianças quase sempre vigiadas. Era aliás já uma prática comum, que agora apenas é regulamentada. Nestas idades as crianças não têm ainda autonomia para pedalar sozinhas na estrada, e o passeio é em muitas situações o único local onde o podem fazer.

    IUC para bicicletas não faz sentido.

    Basta ler o o 1º Artigo do Código do Imposto Único de Circulação: “O imposto único de circulação obedece ao princípio da equivalência, procurando onerar os contribuintes na medida do custo ambiental e viário que estes provocam, em concretização de uma regra geral de igualdade tributária.”
    (…)

    Luzes obrigatórias nas bicicletas, falhas dão multa!

    “Desde o anoitecer ao amanhecer e, ainda, durante o dia sempre que existam condições meteorológicas ou ambientais que tornem a visibilidade insuficiente, nomeadamente em caso de nevoeiro, chuva intensa, queda de neve, nuvens de fumo ou pó”, os velocípedes só podem circular com utilização dos dispositivo de iluminação e refletores e, em caso de avaria nas luzes os velocípedes devem ser conduzidos à mão.

    A Portaria n.º 311-B/2005 de 24 de Março, define os sistemas de sinalização luminosa bem como os reflectores cujo uso é obrigatório nos velocípedes destinados a circular na via pública:

    • Devem dispor, à frente (feixe luminoso contínuo de cor branca) e à retaguarda (feixe luminoso contínuo ou intermitente de cor vermelha), de luzes de presença que obedeçam às características fixadas no referido regulamento, nomeadamente visíveis à noite e por tempo claro a uma distância mínima de 100 m.

    • Dispor de reflectores, à frente (cor: branca) e à retaguarda (cor: vermelha), que respeitem as características fixadas no regulamento. O uso dos dispositivos referidos é obrigatório, desde o anoitecer até ao amanhecer e sempre que as condições meteorológicas ou ambientais tornem a visibilidade insuficiente.

    • Os veículos devem ainda possuir, nas rodas, reflectores com número mínimo em cada roda: dois se forem circulares ou segmentos de coroa circular ou apenas um se for um cabo reflector em circunferência completa (Cor: âmbar, excepto se for um cabo reflector, caso em que pode ser branca).

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  • 73 Responses to “Código da Estrada com novas regras e contraordenações para ciclistas”


    nelio
    Outubro 6, 2017 Responder

    Sabem responder se há limite para nº de ciclistas que possam ir no mesmo grupo ?

    João R.
    Outubro 6, 2017 Responder

    O que o código nos diz é que atendendo às condições da via até dois ciclistas podem ocupar a mesma via de trânsito, ou seja, podem no máximo ir dois ciclistas lado a lado na mesma via de trânsito (vulgarmente também referida como “faixa”). Um ciclista pode também ocupar a mesma via de trânsito que um automóvel ou um motociclo, tendo em conta, claro, as condições da via. Já nas ciclovias, como estas têm vias muito estreitas, só podem ir lado a lado quando for para executar uma manobra de ultrapassagem.

    nelio
    Outubro 6, 2017 Responder

    Vou fazer a pergunta de outra forma
    Sabem se há nº limite no mesmo grupo de ciclistas ? Independente se vão 2 a 2 ou fila indiana !! È que encontro grupos que vão a passear e que chegam a ser mais de 50 ciclistas

    João R.
    Outubro 6, 2017 Responder

    Ainda assim a resposta não é muito diferente. Desde que respeitem a regra de não irem mais que dois lado a lado está tudo bem. A lei não proíbe ajuntamentos de pessoas. Seria o mesmo se fosse um grupo de 50 carros uns atrás dos outros, nada os impede. Na verdade, e penso que seja a inspiração para a sua pergunta, é que sendo ciclistas vão mais devagar e sendo logo 50 deles dificulta a ultrapassagem. Bom, a lei não os proíbe de irem em grupo, desde que respeitem a regra que referi, por isso é chato mas é a vida… Resta-lhe nessas situações ou esperar que eles não continuem a seguir o seu trajecto por muito mais tempo, ou confiar na simpatia e boa vontade desses 50 ciclistas para lhe facilitarem a ultrapassagem, por exemplo, dando-lhe espaços vazios entre eles sucessivamente.
    Agora atenção, se isto aconteceu numa EN em que a velocidade máxima é 70 ou 80 km/h, embora seja discutível, eu diria que as condições da via já não permitem a circulação lado a lado, de qualquer forma poderia ainda assim não ser recomendável ultrapassar 50 ciclistas de seguida. Mais do que isto não há a dizer.

    Manuel Carreira
    Outubro 2, 2017 Responder

    Uma criança até 10 anos para atravessar a Passadeira para Peões , deve descer da bicicleta pois só assim será considerado Peão, designação esta que só se aplica quando circular no passeio .

    Artigo 104.º
    Equiparação
    É equiparado ao trânsito de peões:
    b) A condução à mão de velocípedes de duas rodas sem carro atrelado e de carros de crianças ou de pessoas com deficiência;
    c) A condução de velocípedes por crianças até 10 anos, nos termos do n.º 3 do artigo 17.º;

    Artigo 17.º
    Bermas e passeios
    3 — Os velocípedes conduzidos por crianças até 10 anos podem circular nos passeios, desde que não ponham em perigo ou perturbem os peões.

    João B.
    Outubro 3, 2017 Responder

    Caro Manuel, essa interpretação que fez desses dois artigos do Código da Estrada é errada e contrária à lei. Apenas a partir dos 10 anos de idade é que um ciclista tem de desmontar a bicicleta seja para circular no passeio seja para atravessar a passadeira para peões. Até aos 10 anos, uma vez que são equiparados a peões, não precisam de desmontar a bicicleta para fazer a travessia da passadeira. Não encontrará nem na letra nem no espírito da lei bases para defender essa posição.

    João B.
    Outubro 3, 2017 Responder

    Caro Manuel, essa interpretação que fez desses dois artigos do Código da Estrada é errada e contrária à lei. Apenas a partir dos 10 anos de idade é que um ciclista tem de desmontar a bicicleta seja para circular no passeio seja para atravessar a passadeira para peões. Até aos 10 anos, uma vez que são equiparados a peões, não precisam de desmontar a bicicleta para fazer a travessia da passadeira. Não encontrará nem na letra nem no espírito da lei bases para defender essa posição.

    João B.
    Outubro 3, 2017 Responder

    Concordo absolutamente, com um senão. Essa fiscalização mais apertada e frequente devia ser generalizada, e não só quanto aos ciclistas, ao invés de fazerem as operações do Natal e outras idiotices, que se foquem nos outros dias do ano em que também muita asneira é feita na estrada por condutores de todo o tipo de veículos.
    Quanto aos ciclistas em especial, defendo, e dificilmente me convencerão alguma vez do contrário, que devia ser obrigatório o registo de uma matrícula para colocar na bicicleta ou bicicletas que o ciclista tenha, ou seja universal, que seria tendencialmente gratuito, mas que a sua não colocação quando circula na estrada resultaria numa multa relativamente pesada. A meu ver este registo só deveria ser obrigatório a partir dos 16 anos. Tal norma seria criada ao abrigo do princípio da segurança jurídica e da celeridade, pois que no presente estado das coisas é inexistente.

    86Alma
    Agosto 28, 2017 Responder

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    Ricardo
    Julho 10, 2017 Responder

    Apenas acho que a fiscalização deveria ser mais apertada e frequente. Passo todos os dias na marginal, que vem da ponte D. Luís para o Freixo e é raro o dia em que não vêm três ou mais ciclistas a na horizontal a ocupar a faixa de rodagem na sua totalidade na conversa como que “quem não estiver bem k se *****”. Também acho que as bicicletas deveriam ter matrícula, certa vez estava parado num semáforo e um ciclista bateu me no espelho e nem parou e eu não consegui sequer identificar porque quando pode encetar a perfeição já não o vi mais.

    JM
    Março 30, 2017 Responder

    Toda a gente que regras mas poucos as cumprem. Gabam-se de andarem em excesso de velocidade e quando são apanhados dizem que é caça á multa…
    Se todos cumprissem o código dificilmente havia acidentes. E não custava nada… enfim.

    Rcc
    Março 30, 2017 Responder

    O maior problema é sem dúvida o desrespeito entre utilizadores da via pública, a falta de respeito, falta de civismo de ambas as partes, mas devia ser obrigatório o seguro para ciclistas, já assisti um ciclista a embater num automóvel parado no semáforo, não destruiu o carro, mas fez uma moça e riscos na pintura, ficaram a descutir e foi chamada a polícia, não sei do desfecho, pq não fiquei a assistir, assim que pude fui embora, mas nestas situações era ideal um seguro pessoal com a vertente de ciclismo urbano.

    João
    Março 19, 2017 Responder

    Já agora só por uma questão de meu esclarecimento pois vim parar aqui por uma questão de pesquisa pela situação seguinte: para andar de bicicleta eletrica é nesseçario capacete ? quero eu dizer por uma questão de bom senso deverei usar o dito cujo mas por lei, não sei, e fiquei na mesma com a duvida embora haja aqui uma foto acima que refer bicicleta eletrica com capacete, mas não consegui talvês por minha ignorância encontrar legislação escrita sobre o assunto.
    Alguém pode esclarecer ?
    obrigado

    Tiago Rodrigo Gualdino Batista
    Outubro 10, 2016 Responder

    Nós ciclistas amadores podemos circular na faixa do bus ?????

    Frederico
    Janeiro 18, 2017 Responder

    Sou automobilista e ciclista. A moda das bicicletas trouxe a necessidade de recolocar regras a toda a gente. Se ,a par das leis,existisse bom senso da parte de todos, não existiria certos ou errados,nem saíriamos de casa já prontos para a “porrrada”.Se saio de bicicleta,vou embirrar com o automobilista,se saio de carro, vou embirrar com o ciclista.
    Seria de bom senso respeitarmos as velocidades,para nao apanhar um ciclista lento numa curva da marginal, como seria também de bom senso,não andar aos pares em locais (genero subidas),onde dificulta a ultrapassagem aos automoveis.
    Quanto a rotundas, quem não achará perigoso ter de parar uma bicicleta para dar passagem ao automovel (automoveis) e reiniciar marcha, tentando “atravessar e rotunda. Tentem andar de bicicleta em determinadas rotundas e avaliem esta lei no local

    Pedro
    Agosto 22, 2017 Responder

    Estas novas regras adequam-se à realidade das “cidades” de hoje em dia!
    Quem não concorda com os direitos dos ciclistas, é porque habitualmente não respeita as já existentes regras do código da estrada!
    Não é fácil abrandar na aproximação de um ciclista para o ultrapassar quando se deveria andar a 50kmh ‘naquela via’ e se está a andar a 90kmh! Claro que é mais chato ter de reduzir dos 90 do que dos 50!
    Ciclistas a seguirem na via em pares, é das melhores alterações que fizeram nas novas regras!
    O sair de casa em cima da hora, para se chegar na mesma a horas a algum sítio, tem sinónimo de passar por um ciclista em cima deste a abrir, ultrapassá-lo com uma distância mínima, principalmente quando ao mesmo tempo vem um carro em sentido contrário, não dando hipótese de pisar na faixa contrária aquando a ultrapassagem para aumentar a distância ao ciclista!
    A circulação a par, obriga ao automobilista a abrandar como é obrigado pelo código, ultrapassar os ciclistas mudando de faixa de rodagem como é o obrigado pelo código seja na ultrapassagem de um ciclista a solo ou de dois em par!
    Há uma coisa que os automobilistas me parecem não perceber, estas regras só foram revistas, porque as antigas não foram devidamente respeitadas! …E acredito que se continuarem a prevaricar, mais iniciativas a favor da segurança dos ciclistas vão constar no código num futuro próximo!
    Eu sou Peão, Ciclista, Motard e Automobilista, e sei provávelmente que compreendo muito bem o código da estrada, porque sinto na pele a experiência vivida nas várias perspectivas como condutor!
    Para terminar, uma bicicleta ter de parar dentro de uma rotunda para um automóvel sair caso esteja na via mais à direita é muito perigoso!
    Penso que isso deveria ser revisto!…
    Seguro para ciclistas? Também concordo, não pelo facto dos estragos a outros veículos, mas sim pela garantia económica de cuidados de saúde do ciclista, peão, entre outros!
    Fica a minha opinião!
    Obrigado pelos esclarecimentos adicionais!
    Excelente site 😉

    Andreia Silva
    Outubro 6, 2016 Responder

    Pessoalmente ia sendo atropelada por uma bicicleta, e pode me informar, quem se responsabilizaria? Sim, porque os seguros foram feitos para agilizar processos, porque se levarmos particulares a tribunais os processos podem demorar anos.

    Óbvio que os valores do prémio para as bicicletas não pode ser equiparado ao valor que veículos motorizados pagam, mas deviam regularizar a situação, porque causa desconforto e insegurança para os peões.

    António Carvalho
    Agosto 18, 2016 Responder

    Gostava que me esclarecessem o seguinte: se é proibido circular de bicicleta em cima de passeios (c/ a excepção de crianças até os 10 anos) porque razão vejo, praticamente todos os dias, em Lisboa, indivíduos maiores a circularem completamente à vontade sem que ninguém os interpele? Acresce que muitas destas situações se passam em flagrante à frente de agentes da autoridade sem estes actuem… Será até ao primeiro acidente grave? Fica a pergunta.

    António Neto
    Julho 31, 2016 Responder

    Atualmente a circulação das bicicletas rege-se de forma anárquica. Se existe legislação – código de estrada – porque não existe a abordagem dos agentes de autoridade aos ciclistas para se sentirem mais responsáveis? Não pensaram que qualquer circulação de bicicletas nos passeios pode tirar a vida a uma criança quando sai de casa? Para segurança de todos as bicicletas só deveriam circular nas ciclovias.

    Maria
    Junho 7, 2016 Responder

    A circulação de velocípedes na marginal é extremamente perigosa, não só para eles próprios mas também para todos os que circulam na via. Tenho observado por várias ocasiões má conduta pela parte de algumas pessoas que circulam em bicicletas. O problema é que nem toda a gente ciclista está preparada e/ou informada para conduzir a bicicleta na via pública. Parece-me que acham que têm prioridade em tudo e podem tudo e depois quando se dá um acidente são os outros condutores que são “insensíveis” à circulação das bicicletas.
    Sou da opinião que se deveria evitar a circulação de bicicletas, pelo menos na marginal, principalmente nas horas de maior afluência de trânsito. Pois por vezes, acontece que por mais precauções que se tenham, é sempre complicado quando está muito trânsito e de repente a seguir a uma curva está um ciclista a circular a uma velocidade muito mais lenta. O ciclista não tem culpa, não é isso que digo, mas acho que para segurança e respeito de todos, poderiam haver horas mais apropriadas à sua circulação em determinadas vias.

    João
    Março 19, 2017 Responder

    Boa noite, eu sou ambas as coisas automobilista / ciclista, já agora horas mais apropriadas para os automóveis ou para as bicicletas ? é que eu pelos vistos também circulo nessa estrada todos os dias e em alguns dias em ambas as situações, é só uma questão de termos calma e sair-mos um bocadinho, só um bocadinho mais sedo de casa e cabemos lá todos,no setress.

    Papum
    Maio 11, 2016 Responder

    Se só até aos 10 anos podem andar nos passeios, como obrigar um jovem de 16 anos a saber todos os sinais e regras do código da estrada se ele ainda não pode tirar a carta?

    […] da versão do Código da Estrada que entrou em vigor em janeiro de 2014, o ciclista contestou a observação, dizendo que as regras não obrigam ao uso de capacete. O […]

    Hermenegildo Rosa
    Fevereiro 18, 2016 Responder

    para mim andem de bicicleta a vontade ,mas tenham algo para assumir as despezas de batidas em peões ,ou noutras viaturas ,no caso de culpados ,,,,e assim ta tudo resolvido ,,,

    Fernando Cruz
    Fevereiro 1, 2016 Responder

    Fpc com seguro incluído

    srg
    Setembro 29, 2015 Responder

    “De referir ainda que um condutor de um velocípede com um título que o habilite a conduzir um veículo motorizado pode ter esse título apreendido por estar a conduzir sob o efeito de álcool um velocípede.”

    Onde é que isso está especificado no Código da Estrada?

    Bikes no monte
    Junho 29, 2015 Responder

    Dar todos os direitos e não exigir deveres, parece-me ridiculo. Onde esta a matricula das bicicletas? Onde esta o seguro contra terceiros? Onde estão as luzes de sinalização? Onde esta a inspeção obrigatoria da bicicleta? Pois não existe… eu compro um carro e pago Imposto e mais impostos e mais taxas e seguros e os ciclistas apenas têm o direito de ocupar as vias, formar filas de trânsito… por mim podem andar é no monte á vontade. Foi feita uma lei para favorecer uns quantos e importunar uns milhares.

    Pedro Henriques
    Março 16, 2015 Responder

    Para quem acha que uma bicicleta não pode partir um carro todo queira apenas dizer que uma vez me espetei conta uma Volvo que por sua vez amassou 2 carros antes de ficar tombada de lado numa ribanceira de pouco mais de meio metro.
    Só da carrinha foram 8000€.
    Sorte a minha que os carros foram da responsabilidade do seguro da Volvo…
    Gastei 60€ para arranjar a bike (roda e manete do travão) e alombei com os 8000€…

    Luís Caldeira
    Março 11, 2015 Responder

    Boa tarde,

    Será possível esclarecer a parte do “Usar ciclovias se possível” é obrigatório? em caso de acidente na estrada com uma ciclovia ao lado temos culpa?

    Obrigado,

    Pedro
    Março 12, 2015 Responder

    O uso de uma ciclovia é facultativo. Quem se desloca de bicicleta pode optar por usar a ciclovia ou não, consoante o seu bom senso.

    Em caso de acidente, será culpado quem o provocou. O facto da ciclovia estar ao lado do local é irrelevante.

    João R.
    Junho 20, 2017 Responder

    Caro Pedro, não tenha tanta certeza. Diz-nos o nosso art. 78.º, n.º 1 do Código da Estrada que “Quando existam pistas especialmente destinadas a animais ou veículos de certas espécies, o trânsito destes deve fazer-se preferencialmente por aquelas pistas”. Tal disposição aplica-se às ciclovias! Preferencialmente, não significa uma faculdade, nem na língua portuguesa corrente, nem enquanto termo jurídico. Aliás, enquanto termo jurídico, tem um significado de “sempre que possível”, o que nem tão-pouco se distancia do significado normalmente atribuído à palavra. Posto isto, na medida em que seja possível circular numa ciclovia (em segurança), e que esta exista, essa circulação é obrigatória! De qualquer modo, se assim não fosse não se entenderia porque é que o legislador consagra no n.º 6 do mesmo artigo uma coima de 30 a 150€ em caso de incumprimento do disposto no n.º 1, pelo que logicamente se terá de entender que o n.º 1 consagra uma imposição de uma conduta, e não uma permissão de escolha entre dois comportamentos possíveis.
    De resto confere: se ocorrer um acidente com um velocípede havendo uma ciclovia, e sendo que o velocípede não circulava na mesma, “será culpado quem o provocou”. Porém, chamadas as autoridades competentes ao local, podem (deveriam) estas autuar o velocípede por não ter circulado na ciclovia, uma vez que pela circunstância dos acontecimentos é flagrante o cometimento da respectiva contra-ordenação.

    carlos carvalho
    Fevereiro 28, 2015 Responder

    meus amigos, uma das coisas mais importantes ninguém se lembra de falar, no entanto eu quero tirar essa duvida…Tenho a noção que no caso de ultrapassagem de um ciclista, deixando a distancia de segurança de 1,5 mt, obrigatóriamente teremos de passar a faixa de rodagem, no entantoe porque em vários casos existem linhas continuas interminaveis, fica uma pergunta.È ou não permitido passar uma linha continua excepcionalmente e respeitando toda a segurança de quem circula na faixa contrária , para passar os ciclistas? Se sim alguém me indica em que artigo do código da estrada diz isso?

    BD
    Março 7, 2015 Responder

    A lei não permite ultrapassagens em linhas continuas tenham eles os kilometros que tiverem!!

    […] Se por prazer ou desporto é ciclista não deixe de conhecer as regras que deve cumprir e as contraordenações a que esta sujeito em caso de infração. […]

    Three Of Five
    Maio 22, 2015 Responder

    É absurdo, infracções com velocípedes não se podem propagar a outros tipos de veículos, em particular quando nem se exige licença para velocípedes. O se segue ? Proibição de circular a pé ?

    Paulo
    Janeiro 24, 2015 Responder

    Como já não sabem onde é que hão-de ir buscar dinheiro, vão tentando pedir mais seguros, impostos de circulação, etc., mas a verdadeira razão é só uma – falta de dinheiro para sustentar a dívida.

    Entao Nao
    Janeiro 2, 2015 Responder

    estas regras para os ciclistas é uma autentica barbaridade, falemos do pessoal do dirt e das bmx ja nao podem usar os dirts e os bike park e downhill nao podem andar nas montenhas, por este andar vao acabar com isso tudo ja pensarem?
    cumps.

    João R.
    Junho 20, 2017 Responder

    Caro, esse comentário não faz sentido nenhum. As novas regras não impossibilitam o uso de pistas especiais para a realização de actividades lúdicas. Mas certamente que o impedem de assumir determinados comportamentos menos prórpios e inseguros quando circula na estrada.

    jorge
    Dezembro 23, 2014 Responder

    a possibilidade de circular a par não é só fora das localidades?

    João R.
    Junho 20, 2017 Responder

    Caro Jorge, a circulação a par é tão permitida fora como dentro das localidades. Da mesma forma que, dentro e fora das localidades, um automóvel e um velocípede ou um motociclo podem ocupar a mesma via de trânsito (correntemente referida de “faixa”), bem como dois motociclos podem circular lado a lado, ou um motociclo e um velocípede, tudo, como é óbvio, dependendo das circunstâncias da via.

    tiro no escuro
    Setembro 22, 2014 Responder

    apenas 1 tiro no escuro .. ou não:

    – tenho amigos que tem bicicletas bem mais caras (acima de 5.000 €) do que aquilo que o meu carro me custou. Eu pago IUC, seguro obrigatório, inspeções obrigatórias, custos de documentação, etc

    A minha dúvida, é se um ciclista provocar um acidente, quem se reponsabilizará pelos danos, até pq a bicicleta não é obrigada a qualquer registo para circular na via pública.

    Nuno Gomes Lopes
    Março 11, 2015 Responder

    Quem paga é o ciclista. Qual é a dúvida?

    Sofia
    Junho 24, 2015 Responder

    isso é acreditar que todos os ciclistas são honestos e responsáveis! A uma pessoa de família estava parada no semáforo é um velho ciclista a tentar passar entre os carros para fugir à fila e ao semáforo foi contra a traseira do carro e continuou a andar e quem ficou com o prejuízo foi o condutor do veículo! Devia ser obrigatório seguro e matrículas nas bicicletas para que em situações destas o condutor do veículo possa apresentar queixa do ciclista que abandona o local do acidente!

    buebau
    Setembro 8, 2014 Responder

    Sabem informar-me se os menores de idade podem circular na via pública de bicicleta? a partir de que idade?

    Obrigada!

    João R.
    Junho 20, 2017 Responder

    Caro, podem circular a partir de qualquer idade. Porém, os maiores de 10 anos são obrigados a circular na estrada.
    Regra estúpida a meu ver, pois não vejo que uma criança de 12, 14 ou mesmo 16 anos tenha uma compreensão muito melhor (e maior) daquela de uma de 10 em relação aos sinais de trânsito e à segurança rodoviária. Mas é o que temos…

    Ricardo A
    Junho 27, 2014 Responder

    Muito boas as dicas e o site!

    Também já tinha visto as novas alterações ao Código da Estrada no site http://codigo.pt

    Marlene
    Março 31, 2014 Responder

    Bom dia

    Peço desculpa, mas fiquei com uma dúvida (peço desculpa se por ventura for uma resposta óbvia).

    No caso de circular nas ciclovias ( no meu caso sou d Aveiro, e temos bastantes zonas para isso em zonas sem trânsito, ou seja, nos passeios) também são obrigatórios reflectores etc?

    João R.
    Junho 20, 2017 Responder

    Cara Marlene, as regras sobre os dispositivos obrigatórios aplicam-se circule-se em qualquer espécie de via. Portanto, sim, são obrigatórios também nas ciclovias.
    Espero não ter detectado outra dúvida no seu comentário, pois quando fala em “passeios” fiquei com ideia que poderia estar a referir-se a circular neles, embora possa estar a fazer confusão com “ciclovias localizadas nos passeios”… Pelo sim pelo não, deixe-me clarificar que não é possível circular em cima dos passeios, a menos que tenha 10 anos de idade ou menos.

    daniel
    Fevereiro 15, 2014 Responder

    Há um erro no artigo. O CE não permite as bicicletas andarem nas faixas BUS. Apenas abre a possibilidade de as cidades decidirem permiti-lo, caso a caso, e então tem que ser colocada sinalização a indica-lo.

    Helder Costa
    Fevereiro 15, 2014 Responder

    Foi corrigido, obrigado.

    Eurico Santos
    Janeiro 23, 2014 Responder

    Consultem o Código da Estrada atualizado e gratuito aqui: http://www.homepagejuridica.net/dreito-administrativo-2/785-codigoestrada.html

    Pois
    Agosto 10, 2013 Responder

    Aqui vêm-se muitos condutores preocupados apenas com eles próprios. A lei está bem feita e só não gosta dela quem também não gosta dos limites de velocidade, da obrigatoriedade de andar na faixa da direita, etc, etc… Quem não prevarica não necessita de um site como este. Sejam civilizados e respeitem todos, incluindo as bicicletas.

    Three Of Five
    Maio 22, 2015 Responder

    Na qualidade de ciclista e automobilista gostaria que os ciclistas respeitassem o código algo que decididamente não acontece. Ainda tenho licença de velocípedes e não fazia mal nenhum exigir o mesmo a todos os que utilizam um bem partilhado que é a via pública.

    Nuno Correia
    Agosto 9, 2013 Responder

    Quem fez estas normas deve ser ciclista assíduo e mau condutor tanto de velocípedes quanto de automóveis. Ao equiparar os dois tipos de viaturas deve-se antes equiparar os dois tipos de condutores ( direitos, licenças,formação, responsabilidades, deveres e obrigações ) e não apenas permitir o uso da via sem que sejam salvaguarda a segurança de ambos ( com prejuízo, logicamente, dos ciclistas ). É mais do mesmo….. tudo feito em cima do joelho, com fins populistas…..
    Em que vias vão equipará-las ? Todas ( com excepção às vias rápidas, logicamente ) ?
    Com o aumento do número de ciclistas, tenho visto barbaridades…. até de partilhas entre camiões e ciclistas em estradas nacionais……

    vitorino nunes
    Abril 10, 2014 Responder

    caro amigo sou motorista de pesados a 25 anos e ciclista a 40 mas sou tambem sensato, e um ser humano merece certamente todo o meu tempo em prol da sua segurança

    Pedro Cardoso
    Agosto 8, 2013 Responder

    Capacete ?Seguro ? Formação como todos os outros condutores ?

    Abel Castelão
    Janeiro 25, 2014 Responder

    E porque não capacetes, formação e seguros obrigatórios para peões! E preservativos? Opcionais ou obrigatórios? Para andar na via pública já não bastaria o BI + NIF ou CC mas uma licença própria para cada utilizador! Seria certamente o sonho de qualquer polícia.

    jose
    Fevereiro 16, 2014 Responder

    santa ignorancia, se tu vais de bike e tens um acidente partes um carro todo,quem paga? certamente tens que ser tu a pagar,,,e se tivesses seguro?

    Zé, o Manel
    Março 13, 2015 Responder

    Mas é possível seres tão burro?
    Um ciclista partir o carro todo? Este post tem piada mais pelos comentários de imbecis iletrados como tu.
    1. um ciclista nunca partirá um carro todo como um automobilista conseguirá desfazer o corpo de um ciclista.
    2. tendo em conta esta situação, seu burro, isso que defendes também se deveria aplicar a um pedestre. Um pedestre também pode partir um carro todo. Basta um taco de baseball e umas biqueiras de aço. O estrago feito pelo ciclista a um carro nem se compara ao estrago de vice versa.
    3. a vantagem de não exigir seguro a velocípedes é fazer com a estradas e o país tenho menos poluição e mais segurança na estrada. Porque o problema das mortes nas estradas devem-se à alta criminalidade dos automobilistas. + ciclistas, – poluição, + segurança nas estradas.
    4. O ideal e é isso que tu, idiota, deverias defender, é a existência de mais ciclovias para que os ciclistas possam pedalar e circular em segurança para não correrem risco de vida.

    Rui Almeida
    Março 30, 2017

    os figados ate se revolta com tanta alarvidade, alguem me explica porque sendo um sinal de obrigatoriedade (sim o que esta na entrada da ciclovia) o mesmo é subvertido e transformado em opcional?o sentido do sinal deixou de fazer sentido? removam-se! Senao, tal como este, os sentidos obrigatorios, etc etc sao todos opcionais e nao “obrigatorios” como vai da definiçao em si! Quanto a resposta deste energumeno que deve ter nascido com algo a menos, já cansa ter que explicar a limitados mentais com a mania e tiques filosoficos que nem sempre quem bate é o culpado, isto é, se o teu pequeno cerebro la chegar, podes provocar um acidente por obrigares um carro a desviar-se para nao te matar e matar toda a gente e ficares a rir! Quanto as ciclovias, esta no inicio, mas provavelmente és dos que defende a existencia das mesmas so porque sim, porque andar na estrada é que é a Rei!

    João Ramos
    Abril 19, 2017

    Concordo que o seguro seja obrigatório para os velocípedes. É verdade que dificilmente uma bicicleta conseguirá fazer os mesmos estragos que um automóvel em caso de acidente. Mas já assisti a uma cena em que um ciclista bateu na porta de um carro, amachucou-o e a seguir fugiu. Se fosse obrigado a ter matricula e seguro provavelmente não o faria. Se é para circular na via pública devemos ter todos as mesmas obrigações.

    João Ramos
    Abril 19, 2017

    Em relação ao seu ponto 3 em que afirma pelo facto de não haver seguro para os velocipedes é bom para o ambiente porque incentiva a utilização da bicicleta, então também posso afirmar que se aplicarmos seguro aos velocipedes passará a ser passar o andar a pé o modo de eleição, pois é bastante ecológico, saudável e não põe em risco a segurança dos outros. Atenção que eu também uso bicicleta, mas não suporto marmanjos a circular de bicicleta nos passeios, a não respeitar sinais vermelhos nem passadeiras de peões. Por isso penso que a matricula, licença e seguro devem ser requisitos obrigatórios para circular em vias em que circulem veículos motorizados.

    VALHA-NOS SANTA INCOMPETENCIA
    Agosto 7, 2013 Responder

    o que eu acho mais ridiculo é o artigo ( 2 ciclistas podem andar a par) tantos anos que a logica da fila indiana nunca foi contestada e vem estes incompetentes (que têm mais nomes mas eu não digo ,mudar o que estava bem vao acontecer cenas do seguinte ( um ciclista poe-se a par com outro que nao conhece, o da esquerda faz sinal para virar à esquerda o carro que for atras vai ficar esperando se o da direita vai virar tambem!!!/(&/%&&%%,e se o da esquerda se lembra de virar à direita vai travar ,vai para cima do da direita,levanta o cu do selim e ultrapassa o da direita para depois virar ;( SERÁ PRA RIR SERÁ QUE ESTES PALHAÇOS FAZEM ESTAS LEIS PARA NÓS DARMOS GARGALHADAS PARA NOS ANIMAR A VIDA ;(

    Baía
    Março 31, 2014 Responder

    É a mesma coisa que os senhores condutores, muito competentes, que dão pisca para a direita e viram para a esquerda, e ao contrário também!

    Henrique
    Julho 13, 2016 Responder

    Acho que os ciclistas respeitam as regras, os autobilistas não porque muitos nem sequer usan o pisca para mudar de direção, não respeitam o 1.5 m de distância em relação ao ciclista, para eles a bicicleta é vagarosa e incomoda na estrada. Os pedestres também não respeitam porque nas ciclovias não deixam passar os ciclistas atrapalhando a sua passagem por eles tentando causar queda do ciclista

    Afonso
    Março 31, 2014 Responder

    És mesmo moco dessa cabeça se tivesse feito uns anos como federado ficavas a saber que um bom treino só é feito a pares, lado a lado…

    Silvio Pinto
    Agosto 7, 2013 Responder

    posto isto, não será melhor os velocípedes terem licença para circular?

    Helder Costa
    Agosto 7, 2013 Responder

    Mais que licença deveria era ser obrigatório um seguro para todos os ciclistas que queiram circular na via pública e que possam vir a ter contacto com outros utentes.. Um seguro que os proteja e que proteja todos os outros.
    Antes que tudo é preciso ser consciente, do mesmo modo que há condutores menos bons, também há ciclistas que do código da estrada pouco conhecem porque nada os obriga a isso.

    Rui
    Agosto 7, 2013 Responder

    qq sócio da FPCUB tem seguro. De qq maneira, em todos os países europeus onde é dada a primazia ás bicicletas, não é obrigatório ter seguro. Mas Portugal está sempre muito á frente…

    Helder Costa
    Agosto 7, 2013 Responder

    Do universo de ciclistas que andam nas estradas, só se afilia á FPCUB uma muito pequena parte salvo modéstia opinião..

    Eu também pertenço a esse universo de ciclistas amadores que a determinado altura sentimos que a única coisa que nos protege é o capacete e uma fina camada de pele por isso é que disse que o seguro deveria ser obrigatório, não porque Portugal deve ser muito a frente ou muito igual a si mesmo, mas sim porque o seguro pessoal e de responsabilidade civil podia ser uma protecção adicional, do meu ponto de vista: muito importante

    bIkeRider
    Agosto 8, 2013

    seguro obrigatório? isso é um pouco absurdo, mais uma obrigatoriedade de pagamento para se poder circular de bicicleta? era só o que faltava!
    ahaha
    bom bom bom era nascerem mais e boas ciclovias, completas, isto é, circuitos que unam a cidade toda; poder chegar a qualquer lugar de bike, à semelhança do que se faz de carro, economicamente falando não deve ser catastrófico, se continuam a construir estradas e autoestradas (estas últimas concessionadas) também devem poder construir ciclovias, aposto que ficava muito mais barato, bem como o desgaste do piso também é provável que seja menor (……….)

    Jjoão
    Março 19, 2017

    Mas por acaso já algum destes seres iluminados, que falam contra os ciclistas. notou que só uma ínfima parte de quem anda de bicicleta na via publica exceptuando os jovens na faixa dos 10 aos dezoito anos, possui carta de condução e portanto está habilitado a andar na estrada.
    Srs grande parte de quem anda de bicicleta na estrada é por modo de estar na vida, é para ir dar uma volta de bick e dar umas pedaladas para desenferrujar as pernas e até além de ser engraçado desanuvia o stresse, não é por não ter carro para se deslocar, bicicletas há que custam mais que certos carros que por ai andam a circular.
    É tudo uma questão de bom senso, todos nós automobilistas somos peões e potenciais ciclistas até para dar uma volta com os filhotes, só se tivermos a infelicidade de não saber andar de bicicleta .
    Há aqu algun comentários bastante pertinentes mas também alguns ridiculos
    Ridiculo nisto tudo há até aqui alguém que quer um código só para andar na marginal, penso eu de Algés a Cascais, como se o mundo girá-se à volta da marginal, santa paciência para não dizer santa ignorância.

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